Contra o preconceito e o desrespeito

Contra o preconceito e o desrespeito

Como o anti-tabagismo te afeta?
 
A Repressão
A perseguição desmesurada aos fumantes tem causado uma série de casos de abuso, desrespeito, crueldade, autoritarismo, violência e violação dos mais básicos direitos humanos. A grande imprensa, movida pelo sentido do "politicamente correto" e temente da reação barulhenta e passional de governantes e entidades de combate ao fumo, raras vezes apresenta estes casos e as razões que os fazem ocorrer -- uma grande combinação de interesses, argumentos enganosos e muita hipocrisia.

Nesta seção o FumantesUnidos.org apresenta algumas verdades ocultas da cruzada anti-tabagista, na forma de artigos, análises de fatos, informações históricas e relatos de pessoas que sofreram ou presenciaram a discriminação desumana que os fumantes vêm sofrendo no dia a dia. Se você mesmo considera que tem algo a acrescentar a esta seção, seja um relato ou uma opinião, entre em contato. É de total interesse nosso mostrar como que a hipocrisia está transformando em criminosos cidadãos de bem que têm sentimentos, que têm amigos, que têm voto e que contribuem para o crescimento do Brasil como quaisquer outros.

Fumódromos e áreas de fumantes
A Repressão - Leis e Direitos

A legislação brasileira é bem clara no que diz respeito aos espaços fechados onde os fumantes podem exercer seu prazer. À parte alguns casos de má interpretação ou pura e simples desobediência, a Lei 9.294/96 e o Decreto 2.018/96 definiram bem, entre outras coisas, os espaços de fumantes e não-fumantes e o que pode ser feito neles ou não, com o raro cuidado legislativo de não desrespeitar os direitos de nenhuma das partes.

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Matemática desmente os "custos públicos"
A Repressão - Governo
Um dos principais argumentos dos anti-tabagistas é de que os não-fumantes pagam a conta da saúde pública pelas doenças que o fumo causa nos seus adeptos. Basta um pouco de matemática simples para ver que isso é uma deslavada mentira de governantes que deveriam dobrar a língua antes de falar em gastos públicos com saúde.
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O tiro no pé do Ministro da Saúde
A Repressão - Governo
Cena de fumódromoEm fevereiro de 2008 o Ministério da Saúde anunciou com alarde e fanfarra uma nova prioridade da saúde pública brasileira -- e não, não se tratava do combate à febre amarela ou à dengue, que empesteavam o país no momento. A nova medida que o governo proporia em poucos dias era uma proposta que seria enviada ao Congresso Nacional para alterar o artigo 2º da Lei 9.294/96, que excetua da proibição ao fumo em recintos coletivos qualquer “área destinada exclusivamente a esse fim”. Assim, seria proibida não só a existência das áreas para fumantes em locais como restaurantes e bares, mas também dos popularmente conhecidos “fumódromos”.
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