Movidos por interesses que variam pelo menos de quatro em quatro anos, muitos governantes e legisladores brasileiros têm surfado na onda internacional de perseguição aos fumantes. Freqüentemente com decisões de inteligência duvidosa, o que é pior: apontam exemplos internacionais que não são nem um pouco exemplares, traem uma parcela considerável de eleitores e acabam promovendo o ódio e a intolerância, em vez de realmente governar para todos. Nesta seção o FumantesUnidos.org discute algumas dessas ações políticas e interpreta os interesses por trás delas.
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A Repressão -
Governo
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Um dos principais argumentos dos anti-tabagistas é de que os não-fumantes pagam a conta da saúde pública pelas doenças que o fumo causa nos seus adeptos. Basta um pouco de matemática simples para ver que isso é uma deslavada mentira de governantes que deveriam dobrar a língua antes de falar em gastos públicos com saúde.
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A Repressão -
Governo
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Em fevereiro de 2008 o Ministério da Saúde anunciou com alarde e fanfarra uma nova prioridade da saúde pública brasileira -- e não, não se tratava do combate à febre amarela ou à dengue, que empesteavam o país no momento. A nova medida que o governo proporia em poucos dias era uma proposta que seria enviada ao Congresso Nacional para alterar o artigo 2º da Lei 9.294/96, que excetua da proibição ao fumo em recintos coletivos qualquer “área destinada exclusivamente a esse fim”. Assim, seria proibida não só a existência das áreas para fumantes em locais como restaurantes e bares, mas também dos popularmente conhecidos “fumódromos”.
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