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O tempo inteiro os militantes anti-fumantes enchem a boca para dizer que "está cientificamente comprovado que o fumo mata", ou "afeta também os não-fumantes", ou "causa vício", etc etc.
O que eles nunca dizem é que o fumo, sozinho, raramente pode ser mesmo acusado como única causa da morte ou da doença de uma pessoa, e que quase sempre fumar é no máximo um agravante em um conjunto de fatores de uma vida pouco saudável. Também não se fala que, ao lado das tais pesquisas que eles apresentam, existem várias outras que, de outro lado, não conseguem estabelecer relações palpáveis e estatisticamente relevantes entre o fumo e os males da humanidade. Quando falam nelas, os anti-tabagistas alegam de imediato que são pesquisas pagas pela indústria do tabaco -- mas, como vamos ver em breve, isso é mentira. Várias das tais pesquisas que desmentem e desmistificam os males do fumo são bancadas e executadas pelas mesmíssimas instituições respeitáveis que fazem os estudos que eles usam como argumento: universidades, institutos e até mesmo a Organização Mundial de Saúde. É de se imaginar o constrangimento que causam essas pesquisas que obtëm resultados "frustrantes"...
Não cabe a nós, leigos, dizer qual dos lados da ciência tem razão. No entanto, podemos concluir, com toda a convicção, que a divergência entre os próprios cientistas e instituições significa que não há nada "cientificamente comprovado" sobre a relação entre o fumo e doenças atribuidas a ele, especialmente em indivíduos não-fumantes. Isso joga por terra o principal dos argumentos que alguns utilizam para, cinicamente, exigir a cassação de direitos civis e humanos de pessoas de bem que apenas apreciam o ato de fumar. Seria muito mais válido e honesto, com a sociedade e com a ciência, se eles usassem como argumento o válido porém simples fato de que o fumo causa incômodo a algumas pessoas.
Nesta seção, vamos mostrar algumas dessas pesquisas que mostram a controvérsia que ainda existe na ciëncia em relação aos efeitos do fumo. Serão incluídos aqui os casos de "pseudociência", em que os resultados de uma pesquisa séria são descaradamente manipulados ou divulgados de forma a enganar as pessoas e transformar descobertas superficiais ou de pouca significância em pânico e histeria contra a população fumante. Ao mesmo tempo, vamos apresentar artigos e avaliações sobre hábitos e produtos que contribuem e muito para a saúde do fumante.
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Saúde e Ciência -
Pseudociência
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Quem diz que os fumantes custam caro para os hospitais públicos deveria usar um pouquinho os neurônios. A americana Sally C. Pipes, presidente do Instituto de Pesquisas do Pacífico e autora do livro "Os Dez Maiores Mitos do Sistema de Saúde Americano", publicou no jornal Washington Examiner no dia 30 de agosto um artigo em que mostra que, caso viva sete anos a mais que um fumante, um não-fumante vai custar cerca de US$ 100.000 dólares a mais para a saúde pública.
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Pseudociência
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De um médico pneumologista atuante no setor público com ampla atuação no anti-tabagismo, só se poderia esperar a disseminação da desgraça em um artigo intitulado "Formas Não-Habituais de Consumo de Tabaco". Mas Alexandre Amaral Rodrigues, mestre em Filosofia e leitor do FumantesUnidos.org, encontrou no suposto texto científico mais do que isso -- falácias e intenções obscuras -- em uma análise que foi publicada pelo Jornal Brasileiro de Pneumologia. |
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Pseudociência
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A necessidade de justificar as verbas de dinheiro público que recebe leva o Instituto Nacional do Câncer a mentir deslavadamente e buscar enganar a população com lógicas falaciosas. Com grande alarde o INCA divulgou no dia 22 de agosto de 2008 uma pesquisa que "comprova" que "fumo passivo mata". Veja como essa inverdade foi construída.
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Pseudociência
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Em um flagrante exemplo de ciência enganosa e divulgação manipulada, a reportagem publicada no site Globo G1 (quarta, 16/04/08), com o título "Fumar e beber demais faz Alzheimer chegar quase dez anos mais cedo", é praticamente um jogo dos sete erros. Basta um mínimo de bom senso e inteligência para enxergar os erros do tal "estudo", em uma cobertura que foi financiada pela empresa farmacêutica americana Biogen Idec. |
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