Contra o preconceito e o desrespeito

Contra o preconceito e o desrespeito

O fumo e o seu ambiente de trabalho
 
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Saúde e Ciência

O tempo inteiro os militantes anti-fumantes enchem a boca para dizer que "está cientificamente comprovado que o fumo mata", ou "afeta também os não-fumantes", ou "causa vício", etc etc.

O que eles nunca dizem é que o fumo, sozinho, raramente pode ser mesmo acusado como única causa da morte ou da doença de uma pessoa, e que quase sempre fumar é no máximo um agravante em um conjunto de fatores de uma vida pouco saudável. Também não se fala que, ao lado das tais pesquisas que eles apresentam, existem várias outras que, de outro lado, não conseguem estabelecer relações palpáveis e estatisticamente relevantes entre o fumo e os males da humanidade. Quando falam nelas, os anti-tabagistas alegam de imediato que são pesquisas pagas pela indústria do tabaco -- mas, como vamos ver em breve, isso é mentira. Várias das tais pesquisas que desmentem e desmistificam os males do fumo são bancadas e executadas pelas mesmíssimas instituições respeitáveis que fazem os estudos que eles usam como argumento: universidades, institutos e até mesmo a Organização Mundial de Saúde. É de se imaginar o constrangimento que causam essas pesquisas que obtëm resultados "frustrantes"...

Não cabe a nós, leigos, dizer qual dos lados da ciência tem razão. No entanto, podemos concluir, com toda a convicção, que a divergência entre os próprios cientistas e instituições significa que não há nada "cientificamente comprovado" sobre a relação entre o fumo e doenças atribuidas a ele, especialmente em indivíduos não-fumantes. Isso joga por terra o principal dos argumentos que alguns utilizam para, cinicamente, exigir a cassação de direitos civis e humanos de pessoas de bem que apenas apreciam o ato de fumar. Seria muito mais válido e honesto, com a sociedade e com a ciência, se eles usassem como argumento o válido porém simples fato de que o fumo causa incômodo a algumas pessoas.

Nesta seção, vamos mostrar algumas dessas pesquisas que mostram a controvérsia que ainda existe na ciëncia em relação aos efeitos do fumo. Serão incluídos aqui os casos de "pseudociência", em que os resultados de uma pesquisa séria são descaradamente manipulados ou divulgados de forma a enganar as pessoas e transformar descobertas superficiais ou de pouca significância em pânico e histeria contra a população fumante. Ao mesmo tempo, vamos apresentar artigos e avaliações sobre hábitos e produtos que contribuem e muito para a saúde do fumante.



Fumar causa Alzheimer... nos anti-fumantes!
Pseudociência

Em um flagrante exemplo de ciência enganosa e divulgação manipulada, a reportagem publicada no site Globo G1 (quarta, 16/04/08), com o título "Fumar e beber demais faz Alzheimer chegar quase dez anos mais cedo", é praticamente um jogo dos sete erros. Basta um mínimo de bom senso e inteligência para enxergar os erros do tal "estudo", em uma cobertura que foi financiada pela empresa farmacêutica americana Biogen Idec.

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OMS conclui: fumo passivo não causa câncer de pulmão
Pseudociência

Quem diria. Um dos principais episódios sobre a falta de conclusões cientificamente comprovadas sobre o fumo foi protagonizado pela própria Organização Mundial da Saúde, há dez anos. As organizações de combate ao fumo e a própria OMS tentaram esconder o fato, com censura e ameaça à imprensa.... mas teve que engolir em seco pouco depois.

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Fumo e gravidez
Saúde
Talvez seja esse um dos principais temas de discórdia da atualidade -- poucas coisas elevam tanto as vozes quanto uma discussão sobre mulheres que continuaram fumando depois de se descobrirem grávidas. No entanto, todos nós conhecemos ou até mesmo somos filhos de mulheres que fumaram durante a gravidez, sem qualquer conseqüência, muito menos com o surgimento de "bebês em compota" como o que é mostrado nos maços de cigarros. Existem até mesmo relatos de pessoas que foram autorizadas pelos próprios médicos a continuar fumando. O que deve ser considerado em um caso assim?
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Quando é hora de parar
Saúde
Fumar já não traz mais prazer para você? Tornou-se uma enfadonha rotina, uma obrigação, um incômodo? Ou você sente que realmente é algo que te prejudica, que afeta seu bem-estar? Se isso aconteceu, você tem o principal -- e verdadeiramente único -- motivo para parar de fumar. Incentivos para isso não faltam, mas, assim como a opção por fumar, parar é uma decisão absolutamente pessoal, e isso exige força de vontade e disciplina.
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