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Você sabia que o fumo passivo não foi, ao longo de quase 40 anos, causa de câncer ou doenças do coração em aeromoças e comissários de bordo quando se podia fumar em aviões? E você sabia que a ciência não conseguiu enxergar qualquer ligação entre o fumo passivo e a ocorrência de câncer de pulmão? Pois a ciência que chegou a essas conclusões é exatamente a mesma que é apontada como referência pelos anti-tabagistas. Estudos feitos, muitas vezes, por organizações que não tem qualquer interesse ou ligação com a indústria de tabaco -- muito pelo contrário. Longe de nós dizer que essas conclusões é que são a verdade definitiva sobre o fumo. Mas a existência dessas pesquisas mostra que nem mesmo a ciência chegou a qualquer conclusão definitiva. E é com base em apenas um lado dessa ciência dúbia que a cruzada anti-tabagista tenta cassar direitos de cidadãos e criminalizá-los perante a sociedade. Fora os casos em que os resultados das pesquisas são intencionalmente divulgados de forma errada e manipulada, na melhor forma de "pseudociência". É disso que nós tratamos nessa seção.
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Saúde e Ciência -
Pseudociência
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Em um flagrante exemplo de ciência enganosa e divulgação manipulada, a reportagem publicada no site Globo G1 (quarta, 16/04/08), com o título "Fumar e beber demais faz Alzheimer chegar quase dez anos mais cedo", é praticamente um jogo dos sete erros. Basta um mínimo de bom senso e inteligência para enxergar os erros do tal "estudo", em uma cobertura que foi financiada pela empresa farmacêutica americana Biogen Idec. |
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Saúde e Ciência -
Pseudociência
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Quem diria. Um dos principais episódios sobre a falta de conclusões cientificamente comprovadas sobre o fumo foi protagonizado pela própria Organização Mundial da Saúde, há dez anos. As organizações de combate ao fumo e a própria OMS tentaram esconder o fato, com censura e ameaça à imprensa.... mas teve que engolir em seco pouco depois. |
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